Confiança e margem
O nível de confiança define z; a margem e define a precisão absoluta desejada para a proporção. Reduzir a margem aumenta rapidamente a amostra.
Obtenha uma referência transparente para planejar respostas completas sob amostragem probabilística. Ajuste população, confiança, margem de erro, proporção, efeito de desenho e taxa de resposta; depois veja o que o número significa — e o que ele não resolve.
Versão 1.0 · Atualizada em 14 de agosto de 2026 · Uso gratuito
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respostas completas
A calculadora usa a aproximação normal para uma proporção, aplica correção para população finita e, separadamente, ajusta desenho e contatos.
n₀ = z² · p(1 − p) / e²n = n₀ / [1 + (n₀ − 1) / N]meta = teto(n · DEFF)O nível de confiança define z; a margem e define a precisão absoluta desejada para a proporção. Reduzir a margem aumenta rapidamente a amostra.
p representa a proporção a estimar. Sem evidência anterior comparável, 50% é a premissa conservadora porque maximiza p(1−p).
N reduz a amostra quando ela representa parte relevante de uma população conhecida. A correção não conserta um cadastro incompleto.
Imagine uma base conhecida de 10.000 clientes. O objetivo é estimar uma proporção — por exemplo, a parcela que considera uma nova proposta — com 95% de confiança, margem de ±5 pontos e p=50%. A referência infinita é 385; a correção finita reduz o número para 370 respostas completas sob amostragem aleatória simples.
Se o desenho tiver efeito 1,3, a meta sobe para 481 completas. Com resposta esperada de 40%, seria necessário planejar cerca de 1.203 contatos válidos. Esses ajustes atendem variância e operação; ainda é preciso definir seleção, cotas ou estratos, convite, lembretes, exclusões e análise.
Não arredonde a resposta da calculadora para baixo nem apresente margem de erro se a seleção não permite inferência probabilística sem explicar a limitação.
O cálculo responde a uma estimativa geral. Toda decisão de corte cria exigências adicionais.
Se a decisão exige comparar regiões, clientes e não clientes ou perfis de uso, cada célula precisa de base suficiente. Somar todos os respondentes não resolve células pequenas.
Públicos raros exigem mais triagem. Taxa de resposta e incidência são conceitos diferentes: uma pessoa pode responder ao convite e não atender ao filtro.
Células monádicas, medidas repetidas, comparação pareada, ordens de apresentação e discriminação exigem cálculos ligados ao teste e à diferença mínima relevante.
O marco e a regra de seleção definem cobertura. Uma lista de clientes não representa automaticamente todo o mercado.
Não resposta pode ser diferencial. Aumentar convites não garante que participantes e ausentes sejam equivalentes.
Redação, ordem, modo, estímulo e contexto geram erro de medição que n maior não elimina.
Muitas decisões pedem exploração qualitativa, experimento, dados comportamentais ou sequência de métodos.
Depende da população, do parâmetro estimado, da precisão desejada e do desenho. Para proporção com 95% de confiança, ±5 pontos e variabilidade máxima, uma população muito grande gera referência próxima de 385 respostas sob amostragem aleatória simples. O número não corrige viés de seleção, cobertura ou medição.
Na fórmula de proporção, 50% produz a maior variância e a maior amostra conservadora. Uma proporção diferente pode ser usada quando existe evidência anterior sólida e comparável, desde que a premissa seja documentada.
Não. Entrevistas, grupos, etnografia e outros desenhos qualitativos são dimensionados por diversidade relevante, profundidade, iteração e suficiência analítica, não por margem de erro estatística.
Não. Representatividade depende de cadastro ou marco, seleção, cobertura, participação, ponderação e modo de coleta. Milhares de respostas autoselecionadas podem manter viés sistemático.
É a relação entre a variância do desenho usado e a de uma amostra aleatória simples comparável. Conglomeração, pesos desiguais e outros componentes podem aumentá-lo. O valor deve ser estimado ou justificado; 1 é apenas a referência simples.
A calculadora divide a meta ajustada pela taxa de resposta esperada para estimar contatos. Isso apoia o planejamento operacional, mas não corrige automaticamente o viés de não resposta; quem não responde pode diferir de quem participa.
Referências primárias e institucionais usadas para explicar fórmula, instrumento e limitações.
Compartilhe decisão, público e uso previsto. Avaliaremos quais capacidades metodológicas um fornecedor deve demonstrar antes de uma indicação.